O 7º Encontro de Negócios na Língua Portuguesa
é uma realização da Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil e
da Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil – Minas Gerais e se propõe convidar
empresários e representantes de entidades públicas e privadas dos países da CPLP
a discutir os desafios econômicos e empresariais diante do cenário atual.
No encontro serão
explorados temas como competitividade empresarial dos países de língua
portuguesa e seus desafios em sustentabilidade, empreendedorismo, inovação e
gestão de recursos naturais. Líderes e representantes dos oito países membros
da CPLP (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique, Portugal, São
Tomé e Príncipe e Timor Leste) se dedicarão a trocar experiências e apresentar
projetos e oportunidades de investimentos. Fóruns, rodadas de negócios e feiras
sobre turismo serão algumas das atrações do evento. As possibilidades de
investimento serão muitas e o momento será propício para estabelecer novos
negócios. O evento destina-se principalmente a empresários e profissionais
liberais; autoridades políticas e diplomáticas; representantes de entidades de
classe; representantes de instituições de classes; imprensa especializada e
expoentes da cultura.
“O encontro será um momento para cada país ensinar e aprender
também. Portugal, por exemplo, tem expertise tanto na geração quanto na
distribuição de energias alternativas, como eólica, fotovoltaica, solar,
infra-estrutura de estradas, tecnologia da informação, educação e turismo”, lembra Raul Penna, Presidente da
Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil, defendendo que “as experiências positivas existentes em
cada país da CPLP devem ser compartilhadas entre todos” neste encontro sobre negócios no espaço lusófono.
Os oito países que
integram a CPLP vivem realidades muito diferentes. Entretanto, as experiências
positivas existentes em cada país devem ser compartilhadas entre todos, como
preconiza Raul Penna. Um bom exemplo disso é a cooperação técnica já existente
entre a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a empresa de
desenvolvimento de agricultura de Moçambique, firmado na época do ex-presidente
Lula.
efira-se que o Brasil
tem experiência em geração de energia a partir de usinas hidrelétricas, agronegócio,
pesquisa e extração mineral, educação e tecnologia da informação. Já Angola,
Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné Bissau e Timor Leste têm
carências enormes em relação à educação, infra-estrutura, agricultura, projetos
de desenvolvimento, turismo, moradia, entre outros, e precisam desenvolver tais
questões.
De acordo com Raul Penna,
em entrevista publicada no sítio oficial do evento (ver aqui),
o 7º Encontro de Negócios “tem como
objetivo buscar uma maior aproximação entre governos, cada um com seu projeto
de desenvolvimento, mas apresentando alternativas de sucesso nos campos de
energia/sustentabilidade, turismo, tecnologia da informação, educação,
cooperação técnica, infra-estrutura, logística e agronegócio”.
Mostrando-se esperançado
no cumprimento dos objetivos traçados para o 7º Encontro de Negócios na Língua
Portuguesa, o Presidente da Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no
Brasil acrescenta: “Faz parte das nossas
expectativas e dos nossos objetivos que este evento contribua realmente para
incrementar, em todos os níveis, as dinâmicas entre os oitos países e que
reforce os laços que nos ligam. A difusão do trabalho que as Câmaras de
Comércio têm desenvolvido é um pilar fundamental neste contexto.”
Edição: LPR COMUNICAÇÃO
lpr@lprcomunicacao.com.br
Notícia integral disponível no Portal da Câmara Brasil Portugal no Ceará (ver aqui)
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